Outras Notícias

Porto

  • Fim à agressão militar dos EUA à Venezuela, no Porto

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    No dia 5 de janeiro, no Porto, na Praça D. João centenas reafirmaram a sua solidariedade com o povo venezuelano e manifestaram o repúdio pela política de agressão dos EUA.
    As intervenções de Joana Teixeira da AAPC, de Paulo de Carvalho da USP/CGTP-IN, do Prof. Rui Pereira e Manuela Branco, do CPPC, repudiaram o ataque à Venezuela e o sequestro do seu presidente Nicolás Maduro Morós e da sua esposa Cilia Flores, por forças dos EUA numa clara violação do direito internacional. Reafirmaram e exigiram a condenação dos EUA pelo roubo de petróleo, ataques a embarcações e assassinatos de pessoas, bem como a ingerência nas opções politicas e económicas dos Venezuelanos.
    Condenada foi, também, a posição do Governo português, que face aos mesmos acontecimentos, legitimou a ingerência e agressão militar por parte dos EUA, a um país soberano, com é a República Bolivariana da Venezuela, afirmado que tais actos tinham “intenções benignas".
    Exigiu-se o fimd agressão e a libertação do presidente Nicolás Maduro Morós, cantando: Imperialismo não é futuro! Liberdade para Maduro.
  • Fim à Agressão! Fim à Ocupação! - Porto

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    Participa!

    28 de Agosto - 18H

    Concentração - Praceta da Palestina - Porto
    (Entre a Rua Sá da Bandeira e a Rua do Bolhão)

    CPPC

    Apoio:
    USP/CGTP-IN
    MDM
    UPP
    UNICEPE
    AEESEP

  • Fim à desestabilização e a bloqueio - Solidariedade com ao Revolução bolivariana e o povo venezuelano

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, a pressão, a chantagem, o bloqueio e a interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.

    O não reconhecimento do Presidente democraticamente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, é mais um episódio do longo processo de ingerência e desestabilização promovido e levado a cabo pelos Estados Unidos da América e pela oligarquia venezuelana e que dura há 20 anos, tantos quantos tem a Revolução Bolivariana – o golpe de Estado contra o Presidente Hugo Chávez em 2002, a sabotagem da empresa estatal de petróleo PDVSA, o terrorismo, o bloqueio e as sanções económicas e diplomáticas foram e são métodos utilizados para dificultar a acção e, se possível, derrubar o poder bolivariano, as instituições legítimas do país, sufragadas democraticamente ao longo de 20 anos.

  • Inauguração da exposição " 100 da Grande Guerra e a luta pela Paz"

    No dia 7 de Março, na inauguração da exposição " 100 da Grande Guerra e a luta pela Paz", do CPPC, na Escola Secundária Alexandre Herculano, no Porto, com o director da escola Dr. Manuel José Lima, a vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, Dra Guilhermina Rego, e a presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo. Seguiu-se um animado debate com cerca de 100 alunos e diversos professores.

  • Inauguração da Exposição "Construir a Paz com os valores de Abril" no Porto

    Solidariedade com os povos da Palestina e da Ucrânia, presente na inauguração, no Porto, da exposição "Construir a Paz com os Valores de Abril".

    Foi inaugurada, no dia 21 ee Julho, no Clube dos Fenianos Portuenses, pelo núcleo do Porto do Conselho Português para a Paz e Cooperação, a exposição "Construir a Paz com os valores de Abril" seguido de debate sobre a situação internacional, com especial destaque à Palestina e Ucrânia.

    No quadro desta inauguração, activistas do CPPC realizaram uma acção de distribuição de comunicados em solidariedade com a Palestina, na estação do Metro na Trindade.

  • Liberdade para os 5 Patriotas Cubanos - Porto

    PORTO - Hoje! Participa e divulga!
     
    De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar no próximo dia 12, Quarta-feira, pelas 18h00 no Universidade Popular do Porto.
     
  • Manifestação "Paz no Médio Oriente! Palestina Independente! - não à guerra, não ao massacre" - Porto, 5 de Novembro

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    É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.
    A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000 Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
    Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
    Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
    É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
    Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
    Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
    É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
    É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
    Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
    É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina!
    Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 5 de Novembro, às 15:30, com início na Praceta da Palestina (cruzamento da Rua Fernandes Tomás com a Rua do Bolhão), no Porto.
    As Organizações Promotoras:
    - Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
  • Manifestação no Porto - Semana de Solidariedade com o Povo Palestiniano

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    No dia 26 de novembro teve início, com a manifestação no Porto, a semana de solidariedade com o povo palestiniano promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional, pelo Movimento Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente e pelo Projecto Ruído.
    Mais uma vez, centenas de pessoas, acompanhadas pela associação dos mareantes do Rio Douro, reafirmaram a exigência da Paz no Médio Oriente, afirmando que urge um cessar-fogo permanente e não apenas pausas humanitárias.
    Apresentados pela jovem Joana Machado, intervieram Maria João Antunes, pelo MPPM, e Ilda Figueiredo, pelo CPPC, e houve ainda espaço para intervenções poéticas pelas vozes de Francisco Aguiar, Olga Dias e Pedro Marques.
    A afirmação da semana de solidariedade com o povo palestiniano continuará com diversas ações, nas quais apelamos a participação de todos:
    ÉVORA, 28 de novembro às 18h, no Largo Camões
    LISBOA, 29 de novembro às 18h, no Martim Moniz
    FUNCHAL, 29 de novembro às 19h, no Largo dos Varadouros
  • Manifestações populares do 1º de Maio - Porto

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no Porto, na manifestação convocada pela CGTP-IN para comemorar o Dia do Trabalhador.

     

     

  • Mãos pela Paz - Porto

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    Realizou-se, no dia 3 de junho, ao final da tarde, no jardim do Marquês, no Porto, uma sessão que teve pintura com Miguel Januário, poesia com Vários amigos que leram poemas e música e canto com José da Silva.
    Houve também intervenção política com Joana Machado, do Projecto Ruído, que apresentou, José António Gomes do MPPM e Ilda Figueiredo do CPPC.
    Ali se salientou que, ao longo dos últimos oito meses temos estado na rua a exigir a Paz, a denunciar a guerra na Ucrânia e em qualquer lado do mundo, a denunciar o massacre em Gaza, a ocupação e os bombardeamentos que Israel continua a fazer na Palestina, apesar das denúncias, das decisões da ONU, do Tribunal Internacional de Justiça.
    Temos expressado, de diferentes formas, a nossa profunda indignação e condenação face ao genocídio do povo palestino. São oito meses de massacres, de profundo horror, de intensificação da política israelita de ilegal ocupação e colonização de territórios palestinianos.
    Mesmo dois dias após o Tribunal Internacional de Justiça ter ordenado a interrupção imediata da ofensiva militar de Israel contra a cidade palestiniana de Rafah, Israel cometeu novos massacres, que, nos últimos meses, provocaram a morte a mais de 36 000 pessoas, feriram outras 81 000, para além das 11 000 que permanecem desaparecidas, entre as quais muitos milhares de crianças.
    Ali se reafirmou que não deixaremos, como nunca deixámos, que a luta do povo palestiniano seja esquecida ou apagada!
    Ali se exigiu:
    Cessar-fogo imediato e permanente!
    Reconhecimento oficial do Estado da Palestina por parte das autoridades portuguesas, nomeadamente do governo português.
    Urgente ajuda humanitária e reconstrução da Faixa de Gaza!
    Ali se deu a conhecer a Petição a exigir ao Governo Português o reconhecimento do Estado da Palestina e se recolheram de imediato muitas assinaturas.
    Ali se anunciou que no dia 14 de Junho vamos voltar à rua. A manifestação vai comecar na Praça da Batalha, pelas18h30.
  • Mãos pela Paz - Solidariedade com a Palestina

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    Mãos pela Paz!
    Oficina de pintura, música e poesia
    Participa, no dia 3 de Junho às 18h30 no Jardim do Marquês, no Porto!
    Continuamos a expressar a nossa solidariedade com a Palestina!
  • Marcha Universal | Solidariedade com o Povo da Colômbia | Porto

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    O CPPC apela à participação na Iniciativa de Solidariedade com o Povo da Colômbia, que se irá realizar no Porto, dia 22 de maio, na Praça dos Aliados pelas 18H

     

  • Médio Oriente | Defesa da justiça e da paz | Porto

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    Decorreu no Palacete dos Viscondes de Balsemão, no Porto, no passado dia 12 de Outubro, a Conferência: "Médio Oriente - Defesa da justiça e da paz", iniciativa do CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação.
    Foi um animado debate que contou com a participação, entre outros, de Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC, do escritor José António Gomes, do jovem Luis Miranda e da palestina Nur Latif, tendo-se condenado a ofensiva do imperialismo na região, com especial destaque para os EUA e seus aliados da União Europeia, que tiveram na invasão do Iraque um ponto fundamental do ataque na região, que depois alastrou pela Líbia, Síria, Líbano e que sempre protegeu Israel na ocupação da Palestina, não esquecendo a intervenção da Arábia Saudita no Iémene e o papel da Turquia.
  • No Porto manifestou-se a confiança de que a Palestina vencerá!

    Ao final da tarde de dia 21 de Dezembro realizou-se no Porto uma acção de rua de solidariedade com a Palestina. Para além de uma boa participação e da presença nas ruas de muita população, fez-se a distribuição de centenas de documentos. As intervenções estiveram a cargo de Nuno Coelho, em nome da União dos Sindicatos do Porto, Olga Dias, pelo MDM, e Ilda Figueiredo, do CPPC - as três organizações que apoiaram e apelaram à participação neste acto público de repúdio pela posição de Trump/EUA quanto à Palestina. Relativamente ao que deu o mote à iniciativa, as três organizações consideram o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel um ultraje ao povo palestino e uma violação frontal do Direito Internacional.

  • No Porto muitas centenas de pessoas defendem a paz e dizem não à guerra!

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, na tarde de domingo, dia 27 de março, uma magnífica iniciativa na Praça D. João I, no Porto, intitulada "Parar a guerra! Dar uma oportunidade à paz!", em que participaram muitas centenas de pessoas.
    Teve a participação generosa e muito emotiva de artistas de diversas idades e áreas como o Bando dos Gambozinos, o Coral de Letras da Universidade do Porto, o trio Pedro Marques, Manuel Rocha e Paulo Vaz de Carvalho, a poesia lida por Sofia Menezes e Amílcar Mendes.
    A apresentação esteve a cargo da jovem Leonor Medon e as intervenções foram de Cristina Nogueira pela CGTP e de Ilda Figueiredo, em nome do Conselho Portuguès para a Paz e Cooperação, que agradeceu o empenhamento de todos e explicou a mudança do Teatro Rivoli para a Praça D. Joáo I, devido ao cancelamento da autorização dada para o Concerto pela Paz pelo Presidente da Câmara Municipal do Porto, mas onde se expressou a confiança do retorno ao Teatro municipal Rivoli, pois os presidentes passam, mas a luta continua pela liberdade, o pluralismo, a justiça, a democracia e a paz.
    Esta iniciativa segue-se a outras idênticas realizadas por todo o país de denúncia da guerra na Ucrânia e de apelo à Paz, tendo sido proclamado por diversas vezes pelo povo do Porto, "Paz sim! Guerra não!"
  • No Porto, ecou bem alto a defesa da Paz no Médio Oriente e da independência da Palestina, do fim da guerra e do massacre

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    Mais de 1000 pessoas, esta tarde, dia 5 de novembro, no Porto, na manifestação pela paz no Médio Oriente e pela independência da Palestina, contra a guerra e o massacre que Israel faz em Gaza, pelo cessar fogo imediato, e pela ajuda humanitária urgente.
    Na Praça D. João I , onde terminou a manifestação, seguiu-se um período de intervenções apresentado pela jovem Ana Pedro. Intervieram Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP-IN, José António Gomes do secretariado nacional do MPPM, o professor Manuel Loff, um dos promotores de um manifesto de solidariedade com a Palestina, a estudante palestiniana Nur Latif e a encerrar Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC que procurou resumir o que foi dito na seguinte moção ali aprovada e aplaudida:
    Moção
    Os participantes na Manifestação, no Porto, em 5 de novembro, “Paz no Médio Oriente - Palestina Independente - Não à guerra! Não ao massacre!”, promovida pela CGTP-IN, CPPC e MPPM reclamam:
    1) O fim imediato dos bombardeamentos sobre a Faixa de Gaza e do massacre dos seus habitantes.
    Esta é a exigência inadiável, de emergência, que tem de ser acompanhada pelo envio imediato de toda a ajuda humanitária necessária, pelo restabelecimento das condições de funcionamento dos hospitais e centros de apoio médico, pelo fim imediato do cruel e desumano cerco à Faixa de Gaza, em vigor desde há 17 anos, e pelo fim da violência das forças armadas e dos colonos israelitas contra a população da Cisjordânia.
    2) Que seja cortado o passo à escalada e alastramento da guerra aos países vizinhos e a todo o Médio Oriente.
    O perigo de extensão da guerra é evidente. Uma tal guerra generalizada no Médio Oriente, região já tão martirizada por décadas de invasões, agressões e guerras, seria uma catástrofe. É preciso travá-la, antes que se concretize.
    3) Que se encete, finalmente, um real processo político conducente à criação dum Estado da Palestina, independente e soberano, com controlo das suas fronteiras.
    Na origem daquilo a que assistimos estão décadas de ocupação e agressão israelita, décadas de negação do direito do povo da Palestina a um Estado independente e soberano, como prometido por inúmeras resoluções da ONU que ficaram sempre por cumprir.
    Não pode haver Paz no Médio Oriente sem o reconhecimento dos direitos inalienáveis do povo da Palestina. É inadiável a exigência da concretização rápida desses direitos.
    Essa é a única forma de pôr fim ao ciclo de guerra, ao sofrimento do povo palestiniano, do povo israelita e de todos os povos do Médio Oriente.
    4) Aqueles que aqui estão hoje e que ao longo das últimas semanas nos temos manifestado pela paz e pelos direitos do povo palestiniano, lamentamos profundamente as declarações do Presidente da República, e afirmamos que elas não correspondem aos sentimentos do povo português, que deseja a Paz no Médio Oriente.
    Afirmamos que todas as vidas contam e que o que é necessário agora é parar o massacre do povo palestino e respeitar os seus direitos nacionais que Israel desrespeita há 75 anos.
    No final, afirmou-se que a luta continua e novas manifestações vão ser realizadas até que a paz exista.
  • Nos 77 anos da Nakba continuar a solidariedade com a Palestina

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    Realizou-se, no dia 21 de Maio, na Praceta da Palestina, no Porto, uma iniciativa para assinalar os 77 da Nakba.
    Centenas manifestaram a sua solidariedade com o povo palestiniano, exigindo o fim dos massacres e das mortes de milhares de inocentes, principalmente mulheres e crianças e a entrada imediata de ajuda humanitária. Repudiaram os ataques de Israel, e a cumplicidade dos EUA e da EU face ao genocídio em curso.
    A iniciativa contou pinturas pela paz, feitas pelos presentes, com música dos Savana Blues Trio, com poemas de Mahmoud Darwich, recitados por Iolanda Oliveira. A apresentação foi da Joana Machado em representação do Projecto Ruído - Associação Juvenil e intervieram, pelo CPPC, João Rouxinol, José António Gomes, pelo MPPM, e Filipe Pereira pela CGTP-IN . Nas várias intervenções ficou expressa a exigência do fim da ocupação israelita, o fim do genocídio e o reconhecimento do Estado da Palestina conforme as resoluções da ONU
  • NOVA DATA PARA O ALMOÇO DA PAZ NO PORTO

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    Está marcado mais um Almoço da Paz, no Porto!
    Será no dia 25 de janeiro, às 12h30, no Orfeão do Porto.
    Envia mensagem ao CPPC para participar!

  • Parar a guerra! Dar uma Oportunidade à Paz! - CONCENTRAÇÃO NO PORTO

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    No próximo dia 18 de fevereiro, às 16h00, vai realizar-se uma concentração em defesa da Paz, na Praça da Batalha, no Porto.
    Conhece o apelo aqui: shorturl.at/mrENY
    Convidamos todos os amantes da Paz a participar! 🕊
  • Paz em Ciclo 5: "Joyeux Noël"

    No próximo dia 26 de Junho - 16h30 no Círculo Católico de Operários do Porto - Rua Duque de Loulé, 202 - Porto, teremos o fime:

    Feliz Natal - Christian Carion

    Feliz Natal (Francês: Joyeux Noël) é um filme de 2005 sobre a trégua da Primeira Guerra Mundial, em dezembro de 1914, retratada através dos olhos de soldados franceses, escoceses e alemães.

    O filme foi nomeado para Melhor Filme Estrangeiro no 78.º Academy Awards.

    No final haverá um debate e um convívio.

    Participe. Entrada livre